terça-feira, 5 de julho de 2011

Homens e mulheres costumam se sentir atraídos por pessoas com DNA similar.


 O que faz com que você se interesse e se apaixone por esta ou por aquela pessoa? E o que o faz simplesmente “nem cogitar” aproximar-se de alguém? As possibilidades são inúmeras. Há teorias bastante prováveis, por exemplo, que consideram, entre outros fatores, as influências inconscientes, os nossos modelos de homem e mulher e os relacionamentos desenvolvidos ainda na infância. Uma hipótese mais recente, defendida por alguns estudiosos, é a influência do DNA em nossas escolhas amorosas. Pesquisa realizada na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que as pessoas tendem a buscar parceiros com ascendência genética similar. Isso, porém, não se baseia necessariamente em características como cor de olhos, cabelo ou pele – embora em muitos casos também possam interferir – mas principalmente em determinados tipos étnicos. É como se, pelo menos para a maioria de nós, houvesse uma espécie de radar que detecta potenciais parceiros com genes parecidos com os nossos. Porto-riquenhos de ambos os sexos, por exemplo, têm mais facilidade de se sentir atraídos por pessoas com uma mistura de genes africanos e europeus. Ainda que a tese se comprove com outros estudos complementares, será difícil afirmar que esse é o único determinante na hora da paquera. O mais provável é que vários aspectos psíquicos, sociais, culturais, fisiológicos – e até genéticos, por que não? – contribuam para fazer nosso coração acelerar por alguém.

Um comentário:

Rosana disse...

Adorei esse texto... Muito bom seu blog!!! Bjus